Dia inútil + pendrive (quase) perdido

8 de junho de 2011
Hoje (entenda como 07/06, é que já passou da meia noite) foi mais um dia como todos os outros: inútil. Na verdade nem sei mais definir se um dia é "inútil" ou não, acho que todos se tornaram quase iguais. Eu tenho uma rotina e parece que a vida faz questão de segui-la fielmente. Acordo tarde, minha mãe se reclama por eu acordar tarde. Arrumo a cama (as vezes de manhã, as vezes quando vou dormir), ligo o computador, minha mãe reclama por eu viver no computador. Almoço, lavo a louça, minha mãe reclama por eu demorar pra lavar a louça. Não faço nada, volto pro computador, tomo banho. Minha mãe reclama por eu demorar no banho. Saio correndo pegar o ônibus que passa bem na frente da minha casa. As vezes consigo a façanha de perdê-lo. Faculdade. Voltar pra casa. Comer qualquer coisa, voltar pro computador, ou então dormir.

Pronto, já disse toda minha vida, é só mudar as datas.

Hm, tinha trabalho pra apresentar hoje, e eu tava com as fotos do trabalho no meu pendrive. Mas chego na Ulbra e cadê o maldito pendrive, cadê. Revirei tudo, aí cheguei na brilhante conclusão: PERDI. E perdi no ônibus, certo. O mais legal disso é que era "presente" da minha irmã, recém tinha me dado. Aí o que pensei: "Ah, vou comprar outro quando for no centro, ela nem vai notar que perdi", já tava tudo pronto em minha mente. Mas aí (adivinhe, adivinhe?) Marina tri feliz encontra o querido pendrive. Onde que tava? dentro do bolso do casaco. "Marina é retardada ou não é pessoal? todos gritam SIM". E assim acaba mais uma história sem graça de mim. Beijos na testa.

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