"Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"

25 de julho de 2011

"Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"

Quando li isso fiquei pensando nas coisas que eu me lembro nitidamente que eu fiz pela primeira vez. Sabe, aquelas coisas que, mesmo que faça muito tempo que você as tenha feito, consegue se lembrar com muito mais facilidade do que você comeu no almoço. São aquelas coisas meio que eternas na memória. A maioria dessas lembranças são idiotas. Vejamos exemplos.

Hoje de tarde, enquanto eu rumava até o mercadinho para comprar pão, eu fiquei me lembrando da sensação extrema alegria e liberdade de quando eu pude ir colégio sozinha pela primeira vez. Sério, eu me senti naquele dia como se nada pudesse me deter, como se a partir daí eu pudesse fazer qualquer coisa. Bom, isso faz muito tempo, nem me recordo em que série eu estava, mas sei que me senti muito feliz naquele momento. Obviamente, ao passar dos dias aquela euforia foi passando, porque uma coisa  repetida nunca fica tão boa quanto da primeira que se fez. Exceto alguns casos, mas não comentarei. 

Nessa de ficar me lembrando de sensações, uma que eu não me esqueço é a de quando (também era pequena, uma coisa de gente) meus pais colocaram um mosquiteiro sobre minha cama (vide o que é, aqui). Estava calor naquele dia, e como meus pais não queriam nos entupir de repelente a nossa volta, resolveram colocar isso. Eu me senti literalmente uma princesa num castelo, era como se as minhas casinhas feitas de colchonetes  tivessem se tornado nada perto daquela "grandiosidade" envolta da minha cama. Foi difícil dormir naquele dia, fiquei imaginando histórias e, quando finalmente acordei, eu parecia pronta para comandar meu reinado e... pena. Era apenas um mosquiteiro sobre a minha cama.

Bom, tem várias coisas idiotas que me veem à cabeça de vez em quando, e que agora não recordo. Mas relembrar as vezes é bom.

Internet, cadê você nesse Domingo?

Começo este texto me reclamando: minha internet está uma merda. Está caindo toda hora, tudo trava, tudo paralisa, enquanto eu, que quero apenas postar minhas coisas de sempre e atualizar minha quase vida na internet, esta apenas me ignora, como se eu virasse a cara para ela. Oras, devo (talvez) procurar uma melhor. Enquanto isso me reclamo desta que ainda me serve.

E como minha internet resolveu me abandonar justo agora, resolvi escrever isso no bloco de notas, meu lindo e inseparável bloco (se antes eu já era apegada a ele, agora ainda mais, depois das aulas de rádiojornal).

Hoje (24/07/2011 - ponho a data pois não sei se conseguirei postar nesse dia ainda) foi um dia bom. Revi meus amigos, ganhei um presente de desaniversário da Dily (muito fofo por sinal) e pude ouvir o Dimi cantar feliz na minha garagem. Vi a Panda e falei com ela, depois de meses. Isso me alegrou e desentediou meu Domingo.

E uma coisa que tenho notado dos Domingos: quase todos são ensolarados, fazem um dia convidativo para sair por aí. Mas esse é o problema, Domingo realmente não dá vontade de sequer se arrumar, quanto mais colocar o pé fora de casa. Porque não faz dias bonitos durante a semana, quando a gente sai? Ou então que pelo menos fizesse no Sábado, dia que geralmente as pessoas saem. Mesmo inverno, chuvoso, frio, e mais todas outras coisas, o Domingo sempre está lá radiante. Estranho não? Bom, que seja. Este é um Domingo e não sei o que escrever sobre ele. Beijos.

Nota: Estou ouvindo MGMT agora, nunca tinha parado para ouvir antes. E nossa, é muito bom. Aí eu me pergunto porque eu não conhecia isso antes. Assim como faço essa pergunta pra outras coisas (ou talvez pessoas) que antes eu desconhecia, e agora fazem parte da minha vida.

Desabandonando

18 de julho de 2011
Hm, faz tempinho que não escrevo aqui. Coisa normal, é de se esperar que eu abandone as coisas de vez em quando. Eu fiz o mesmo com meus cadernos/anotações até largá-los de vez, e sem dó.

Não tenho dormido muito bem esses dias, qualquer coisa me acorda e me tira o pouco sono que tenho. Se uma hora estou muito feliz, outra eu me torno a pessoa mais chata e rancorosa possível. Num momento eu to de abraços e beijos com meus pais e logo depois estou erguendo a voz e discutindo qualquer coisa, como sempre. Eu perdi um pouco o ânimo de sair, sei lá, ficar em casa parece tão mais seguro. Ver pessoas não está muito nos meus planos, pelo menos enquanto estou de férias. Eu estou um mar de estranhice, cuidado comigo.

O que me consola são os bolos de chocolate que as vezes faço pra comer sozinha, enquanto fico no computador.

Onde está o Sol?

1 de julho de 2011
Por mais estranho que possa parecer, eu quero o verão logo. Eu adoro o inverno, acho lindo e tudo mais, mas pra mim já tá bom assim, chega de tanto frio, chega de tanta roupa me sufocando e me fazendo andar feito pinguim. Dias de sol fazem falta, sabia? Sem falar do desânimo imenso que tenho de sair de casa, toda quentinha, pra ter enfrentar o querido frio que detona os meus dedinhos finos e toda pele, que fica ressecada. Como eu disse, frio é bom, mas já deu o que tinha que dar. Se quiser já pode dar tchauzinho e deixar um pouco de calor chegar. Estou com saudade do verão, de poder usar qualquer roupa livremente sem ter que pensar se vou morrer congelada se não usar uma mais grossa. Estou com saudade de me mover naturalmente outra vez, já que a pilha de roupas que coloco impossibilitam tal ato. Ok, mal começou o inverno e eu já estou reclamando loucamente. Talvez eu tenha que suportar o frio por mais algum tempinho. 

Na verdade eu nem tenho todo esse amor pelo verão. Quando fica aqueles dias quentes eu também me reclamo loucamente, como qualquer criatura faz. Eu não gosto daquele tempo abafado, muito sol na cara e suor escorrendo. Acho isso um tanto nojento. É que eu sou do tipo que ama verão quando é inverno, e amo o inverno quando fica verão. Mas as estações que eu realmente amo é Outono e Primavera. Estas sim são estações perfeitas. Eu posso por um jeans e camiseta, que tá bom; eu posso por um vestido, que tá bom; eu posso ficar de short e casaco, que tá bom. São estações amenas, do tipo que agradam a todo mundo. Flores nascendo e folhas caindo tornam tudo mais simpático e fofo.

De qualquer forma, seja bem-vindo, Julho. E que você seja bom.
 

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