Sempre tem como piorar

18 de setembro de 2011

Mas olha, hoje é um domingo. Como sempre, entediante. Mas esse domingo está um pouco mais entediante que os outros. Motivo? Não sei direito, só sei que tá insuportável ficar em casa. E ficar em casa é o que eu tenho feito todo o fim de semana.

Desde que eu acordei (na verdade desde que eu fui dormir, ontem de noite) eu estou com meu pijama, e só tenho previsões que vou tirá-lo depois, quando for tomar banho. É tão mais prático, fácil e cômodo ficar de pijama, parece que não se tem problemas, ou então, mesmo que tenha problemas não dá pra resolver por que está de pijama (se você não entendeu essa parte, tudo bem, eu me enrolei e nem sei direito o que escrevi). Outra coisa boa de usar pijama: se te convidam tipo, muito rápido pra sair, você pode dizer simplesmente dizer que não dá, porque está de pijama. E isso é idiota, eu sei, mas eu usaria muito bem essa desculpa pra não sair, sem medo de ser feliz.

Vejamos o que temos até agora: eu, em casa, entediada e de pijama. Até aí tudo bem, esse é o domingo de sempre. O problema é: estou morrendo de dor de cabeça. Parece que tem um daqueles macaquinhos demoníacos batendo prato na minha cabeça e eu não posso evitar. É horrível, e estou assim desde que me acordei. Tentei ver filme (primeiro tentei ver "Meia noite em Paris", mas a qualidade era muito ruim e deu preguiça de ouvir musiquinha melosa de fundo. Depois tentei ver Star Wars, mas me lembrei que morro de sono quando vejo, então deixei para outra hora), mas meus olhos de alguma forma cansados não me deixaram e minha pobre cabeça explodindo também não. Quis ficar apenas ouvindo música, mas parecia como se algo martelasse em mim. Desisti de ouvir música também.

Em casa, entediada, de pijama e dor de cabeça. Mas tem como piorar. Nisso tudo, eu ainda resolvi ficar desanimada, ou triste, ou qualquer coisa parecida com ninguém-me-ama-sai-daqui-senão-leva-tapa. Fiquei descontando minhas mágoas nas pessoas (que também tavam tristes) aí ficou uma beleza. Mas enfim, passou.

Em casa, entediada, de pijama, com dor de cabeça e triste. Mas tem como piorar. Sim. Sabe como? Passando o domingo inteiro sozinha, completamente sem ninguém ao lado, sem comunicação. Pai e mãe saíram, irmã também. E eu? E EU, como fico?

Em casa, entediada, de pijama, com dor de cabeça, triste e abandonada. Melhor domingo não há. 

Um pouco idiota, um pouco de livros

17 de setembro de 2011

Hoje, devido a algumas reclamações de minha queridíssima irmã, fui no centro comprar umas coisinhas que ela havia me pedido. Resolvi sair comprar, e decidi isso era 15:30. Então, 15:31 eu entrei no banho e milagrosamente, de um jeito que eu não consegui entender (claro, foi milagre), eu tomei um banho rápido. SIM, meu povo, eu consegui fazer essa proeza (meu pai que fala isso). Me arrumei MUITO rápido, peguei minhas coisas e já iria pra parada correndo esperar o ônibus. 

Claro, eu iria se minha mãe não inventasse de querer fazer um bolo e pra isso precisar da minha ajuda. Ok mãe, eu te ajudo. Fiquei mais perdida do que cusco cego em tiroteio. E teve uma hora que me senti muito idiota. Tipo, eu fui separar a farinha que iria pro bolo né, só que a linda da janela tava aberta. O que aconteceu? Não sei, só sei que, de alguma forma muito estranha, veio parar farinha na minha cara. E aí eu me pergunto: onde está minha plaquinha escrito "loser"?

Então peguei o ônibus das 16:30. Me fui até o destino tentando ler A vida, o Universo e Tudo Mais. Mas só tentando, porque eu to naquelas partes do livro que tenho que ler e reler várias vezes o mesmo trecho pra conseguir entender alguma coisa (ou até tendo que voltar várias páginas pra lembrar do contexto da coisa). Sem falar que ler e balançar (no ônibus) não é a melhor coisa. E eu repeti a palavra "coisa", mas finjam que nem viram. Tá, cheguei no centro, comprei as tais coisas da minha irmã. Como eu já tava com multa na biblioteca pública, dei uma passada lá e devolvi o livro. Na verdade fiquei a maior parte do tempo lá na biblioteca, passando os dedos por cima dos títulos dos livros, procurando algo que me chamasse a atenção. E sim, alguns títulos me chamaram a atenção, então anotei como rascunho no meu celular (só pessoas inúteis fazem isso). Bom, tá aqui os títulos que possivelmente um dia eu pegue para ler:
De pernas pro ar - Eduardo Galeano
Crônicas de um amor louco -  Bukowski
Crash - J.G. Ballard
Sonhos de robô - Isaac Asimov
Sexo e compras - Judith Krantz
 Ok, é bem provável que eu pegue nenhum desses livros, mas valeu a lista pelo menos. Bom, o primeiro da lista eu peguei pra ler, o que eu duvido é eu conseguir ler até o final (já que to toda empolgada lendo a série do Mochileiro).

Ah, e já que eu estou falando em livros, ontem (acho que foi ontem) resolvi listar todos os livros que eu li em 2011, ATÉ O FINAL. E olha, até que foi "bastantinho", se considerar o fato de eu quase nunca terminar alguma coisa. E aqui vai a lista:
A menina que roubava livros - Markus Zusak
O caçador de pipas - Khaled Hosseini
A cabana - William P. Young
Melancia - Marian keyes
Fortaleza Digital - Dan Brown
O Diário de Bridget Jones - Helen Fielding
Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K Rowling
Harry Potter e a Câmara Secreta - J.K Rowling
Harry Potter o Prisioneiro de Askaban - J.K Rowling
Harry Potter e o Cálice de Fogo - J.K Rowling
Percy Jackson e o Ladrão de Raios - Rick Riordan
Eu era uma adolescente encanada - Ros Asquith
O restaurante no fim do Universo - Douglas Adams
Se for parar pra pensar, (quase) só tem livro infanto-juvenil ali. Talvez isso seja um problema, mas não to muito afim de resolver isso por enquanto.

Resumo de algumas coisas

11 de setembro de 2011
Hm, esqueci de escrever vários dias. Mas tudo bem, nenhuma dessas palavras não-escritas fizeram falta a alguém mesmo. 

E também não me aconteceu lá muita coisa para ser relatado (como se eu precisasse fazer isso). Quarta-feira, 7 de setembro e portanto feriado, a Dily me convidou para junto com ela, o Gui, o Dimi e o Bruno ir no Park Tupã. Devo dizer que, quando eu disse iria ao Park Tupã, eu e minha irmã ficamos repetindo milhares de vezes  a palavra "Tupã", só por causa da sonoridade engraçada. Enfim, me fui junto com as criaturas para esse tal de parque. O Gui que foi dirigindo, novato nessa arte de comandar um carro. Mas tudo bem, sem medo, ele é inteligente (obrigado pela Física ano passado). Foi tão fácil ir. Brincamos em alguns brinquedos e esperamos então o Dimi. E brincamos loucamente em mais alguns depois, tipo o Kamikaze, e que fique bem claro que não ando naquela coisa novamente tão cedo. Porque? Sei lá, não é medo de altura, até mesmo porque eu gosto de altura. Nem medo de ficar enjoada, é só não comer nada que não tem problema. Mas imagina se um parafuso se solta? Imagina se a pseudo-proteção que está na minha volta se desprende? Eu, de ponta-cabeça, já estava planejando como eu me seguraria nas grades que ficavam acima de mim (no caso, eu estando de cabeça para baixo elas estavam sob mim), caso eu me soltasse do banco. O Dimi foi uma companhia de quase-morte. Depois do Kamikaze não arriscamos nada mais emocionante e fomos para casa.

Quer dizer, demoramos um bom pouco para chegarmos até nossos queridos lares. Nos perdemos um pouquinho, passando misteriosamente pelo centro de Alvorada (mas não fomos assaltados, o que é muito bom). 

Deixa ver o que mais me aconteceu nesses dias... hm. Ontem, sabádo, passei o dia (tarde) caminhando. Fui para o centro de Canoas pra ver se conseguia tirar as fotos necessárias para o trabalho de fotografia (que é nessa segunda), que consiste em: representar, em foto, é claro, o sentimento de patriotismo. Meu Deus, como se faz isso? Acabei tirando fotos de todas as coisas verde e amarela possíveis, de qualquer bandeira do Brasil possível, de monumentos, de qualquer coisa assim. Porque eu não consigo enxergar patriotismo em nenhuma pessoa, a única coisa que me vem à mente quando falam de "pátria" é bandeira. De qualquer forma ficou uma porcaria, e que o professor aceite isso.  Depois fui à pé ao Shopping para comprar o livro "O menino do pijama listrado", metade pago por mim, outra metade pela Natalia. Espero que seja muito bom, porque foi caro. Eu parecia meio idiota andando à esmo e sem ninguém, mas acho até que prefiro assim. Eu tinha em mente voltar para casa a pé, só para fingir que sou saudável. Mas eu vi meu ônibus vindo e foi mais forte que eu. Preciso começar a fazer algum exercício logo, que fique anotado isso.

Ontem foi o aniversário do meu pai, 52 anos. Eu me lembro do meu pai cortando o bolo quando ele fez quarenta. Tudo bem, tudo bem. Parabéns pai, tu é um lindo na minha vida. Um dia faço um texto decente para ti.

Hoje, 11 de setembro, dez anos da queda das torres gêmeas. Eu tava na segunda série, estudava de tarde, e, se não me engano, tava vendo Dragon Ball. 

Enfim, acho que é isso.

Smurfando com os amigos

5 de setembro de 2011

Nesse domingo eu e minha irmã e mais umas gentes fomos pro shopping. Na esperança de ver Planeta dos macacos. E qual a nossa surpresa? Estavam esgotados os ingressos para ver legendado. Tudo bem né. Aí então decidimos ver dublado mesmo. E qual a nossa surpresa (de novo)? Também os ingressos do dublado haviam sumido de vista. Isso porque a gente ficou enrolando loucamente para entrar entrar na fila e comprar aquelas coisas de uma vez. Depois veio a grande e quase indecifrável questão: o que ver? Ficamos uns 15 minutos atrapalhando a fila tentando decidir essa terrível questão, porque, claro, somos um bando de indecisos. Oh. Aí uma mente brilhante (no impulso) disse para a atendente: Os Smurfs. Ok né. Nunca vi o desenho, só tinha conhecimento de que eles eram azuis. Aham. Até que foi legal o filme, as criaturinhas são fofinhas e tal, mas seria melhor ter esperado para ver isso na sessão da tarde e não gastar horrores (por ser um domingo). Mas acho que valeu a companhia.

Que se rebelem as madeixas

3 de setembro de 2011

Isso mesmo que tu acabou de ler. Que se rebelem. Estou nem aí. Podem agora ficar cacheadas, onduladas ou um monte de nada em cima de minha cabeça. Acho que perdi a briga, sabe? Tanto tempo tentando controlar a minha mini juba com secador, chapinha e algumas cositas más e acabo assim, derrotada pela preguiça e pelo tempo (frio, chuvoso, úmido, essas coisas).

Explicando melhor. Ontem saí do banho e fui arrumar meu cabelo normalmente. Deu preguiça. Peguei o secador, sequei mal e mal e deixei assim. Flutando. Futuando pelo ar. Como se o cabelo nem fosse meu, como se a missão do vento fosse levá-lo a outro lugar, mas impedido pela raiz capilar. Depois desse episódio de preguiça e leveza (por parte do cabelo), notei que ele ficou legal. SIM, ficou legal. Natural, um pouco ondulado (nem sinal dos cachinhos de outrora), e ah, quero deixar assim. Mas há alguns fatores que super influenciaram a não-jubice*: a falta de umidade e dia (noite na verdade) quase quente. Perfeito.

Mas uma coisa eu tenho certeza, ah se tenho. O dia que eu mais precisar que ele (meu cabelo) fique arrumado, será o dia mais infernal e desastroso e volumoso, se tratando dos fios na cabeça. Isso eu posso anotar.

(Não)-jubice*: neologismo inventado por mim. Palmas, palmas.

Faça alguma cousa para a humanidade*

1 de setembro de 2011

Que lindo, acabei de salvar o mundo.

Ok, ok, nem é pra tanto. É que eu recém instalei o Black Pixel, que nada mais é que um quadrado inútil na tela do computador que faz com que não se gaste energia nesse lugar. Se juntarmos todas as partes "inúteis" de milhares de computadores (partes essas que não gastam energia) dá pra economizar bastante, não é?

Bom, eu tinha visto a propaganda desse quadrado do Greenpeace há um bom tempo, na MTV. Eu achei interessante, mas como sempre, me esqueci de procurar e deixei rolando. Pois bem. Ontem o assunto na aula foi sobre essa coisa de mundo sustentável, "oh, o que deixaremos para nossos filhos???" e desperdício de coisas que bom, não deveriam ser desperdiçadas caso queiramos que ainda haja mundo daqui alguns bons anos.

Com toda essa conversa filosófica e pensativa e que geralmente não chega a lugar nenhum, o professor pediu para que nos propuséssemos (to conjugando bonito hein) a fazer algo, mas algo prático, do nosso dia-a-dia e de preferência de ordem simples. Como (quase) todo mundo disse que iria separar o lixo, eu disse que instalaria o Black Pixel.


O legal que quando passa o mouse em cima do quadrado aparece informações e tal. Bom, isso é interessante, go go go.

cousa*: meu professor fala assim, é engraçado. q

 

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