Feliz Halloween!

31 de outubro de 2011
E então, feliz Halloween! Mesmo eu não comemorando isso porque não tenho ONDE comemorar nem com QUEM comemorar e talvez até um PORQUÊ comemorar. Mas a ideia, o tema, e tudo o que envolve essa cultura gringa é divertida e interessante.

Minha irmã teve lá seus privilégios de ainda estar no segundo ano do ensino médio e fazer com a turma e toda escola o halloween, que parecia (eu não fui) ser o mais decente já feito até agora naquele colégio. Ela se vestiu de zumbi, assim como toda a turma dela. Não é lá tããão criativo, mas é fantasia.

Bom, nessa história de Halloween no colégio da Natalia, a gente ficou procurando por moldes de esqueletos para que se pudesse montá-los e colocar nas tendas e tal. Aí achamos esse, que é incrivelmente fofo <3. Tá certo que esse não foi escolhido, pelo fato de ser incrivelmente fofo demais para ser usado no dia. Mas de qualquer acho que eu farei.

Mas acho que agora não dá pra fazer isso porque minha impressora tá sem tinta. Enfim, até ano que vem talvez eu faça.

Me derreto pelos teus olhos azuis, seus lindos

30 de outubro de 2011
Meu Deus, estou cada vez mais apaixonada por meus gatinhos lindamente fofos. E o melhor de tudo: eles estão cada vez mais apegados com a família. É tão lindo ver eles correndo a nossa procura, subindo (escalando, mesmo) nossas pernas até chegar no colo. Tá certo que nossas calças (e pernas) ficam um pouco arranhadas, mas é só olhar pr'aqueles olhinhos azuis que me derreto.



São ou não são uns amores? O grande problema da coisa é que eles são todinhos brancos, ou pelo menos eram todinhos brancos. Eles vivem tentando se sujar, SEJA COMO FOR. Aí fica difícil deixar eles assim como estão nas fotos (tiradas quando eles recém chegaram aqui em casa).

E, hm, uma novidade! Os dois agora tem nomes definidos. Finalmente né. O meu, aquele que tem duas manchinhas simétricas em cima da cabeça, é o Pinky, de Pinky e Cérebro. Foi o mais criativo e legal que consegui encontrar. Pra tu ver só como anda minha criatividade. O outro, o que é totalmente branco e da minha irmã, se chama Slartibartfast, sim, é esse mesmo o nome. É porque tem um personagem que se chama assim no Guia do Mochileiro das Galáxias, aí como o nome é divertido, resolveu colocar esse.

Agora, meus dois meninos tão bem nomeados *risos* brincam loucamente na garagem. Aqueles lindos.

Coisas aleatórias: 1, 2, 3.

28 de outubro de 2011
Hm, talvez eu tenha que criar vergonha na cara e escrever mais, seja aqui, no meu caderno ou em qualquer outra coisa escrevível. Querida preguiça ainda tem um super poder sobre e me impede, na maioria das vezes.

Sexta-feira. Aula. Comunicação e Expressão. Modos verbais. Suuuper empolgação. Hoje praticamente revivi uma das minhas aulas da sexta série, com a professora Naltair (um beijo pra ti professora, olha que orgulho, to nas faculdades já). Cheguei um tanto cedo pra aula, e credo, não tinha quase ninguém. Também, o que mais se pode esperar de uma sexta, com clima bom pra sair, sem nada de útil na aula? Enfim. Fiquei mandando SMS pra tudo quanto era gente, pra ver se me respondiam. Só reparei que não trouxe o livro que eu estou lendo quando fui procurar por ele na mochila. Está do lado da cama. Nessas horas um livro faz falta, acredite.

Mas eu não vim aqui pra falar da minha aula (ou pré-aula). Na verdade não sei do que eu vim falar. Mas posso ficar falando de coisas aleatórias que me vem à mente, por que não?

Coisa aleatória nº 1: há mais ou menos um mês, acho que é menos tempo de um mês, que seja, eu ganhei dois gatinhos da minha mãe. Sim, dois lindos gatos brancos, bebezinhos, de olhos azuis. Muito perfeitinhos <3. O problema é: como eu faço para que eles não fiquem marrons? Sério, eles não param quietos, vão só para onde tem sujeira. Eu até tento lavar toda a casa, principalmente onde eles mais ficam, mas ainda assim conseguem ficar sujos, um porquinhos. Mas são tão lindos que eu ignoro esse fato <3. Eles têm mania, quando estão todos contentes, de subir correndo pela perna até o colo, seja a gente estando sentado ou de pé. É muito fofo, muito fofo mesmo, o ruim mesmo é a calça, que fica toda desfiada e a perna também. Mas tudo bem, eles são tão bonitinhos que dá para ignorar esse fato <3.

Coisa aleatória nº 2: meu dedo anelar da mão direita tá estalando toda hora, como se tivesse algo fora do lugar. Bom, tanto faz. O barulhinho que fica fazendo do estalo é divertido.

Coisa aleatória nº 3: eu realmente não tenho noção de espaço, de profundidade, ou de qualquer outra coisa que envolva fazer cálculo de cabeça sobre probabilidade e... me enrolei, mas acho que deu pra entender. Por que estou falando isso? Porque outro dia, não me lembro qual ao certo, choveu. E choveu muito. Tudo ficou tensamente alagado. Tá, não tanto assim, mas pra quem não está acostumado com isso, foi algo considerável. O que me aconteceu? Eu desci na parada que sempre desço, e a única maneira de passar era ou atravessando uma poça ou fazendo uma super volta. Eu, preguiçosa do jeito que sou, resolvi passar pela poça d'água mesmo, pensando que não seria nada. Adivinha? Adivinha? Mergulhei metade do meu pé na água. E ainda por cima estava com um all star preto todo rasgado nos cantos, bem propício a ser encharcado.

Eu acho que é isso que tenho pra falar. Bom, se eu espremesse meu cérebro mais um pouquinho, até poderia de sair mais alguma coisa, mas não estou mais com vontade de escrever, deixar o resto pra outro dia. Boa noite.

Mário, que Mário? — Nelito Fernandes

13 de outubro de 2011
"Mário, que Mário?" é de longe um título bem chamativo e sugestivo, junto com sua capa laranja e divertida (os personagens das janelas dos apartamentos, como na capa ao lado, ficam na parte interna da aba, é legal :3). Esses foram os motivos iniciais de eu pegar esse livro na biblioteca, porque, quase sempre, esses são os motivos de eu pegar um livro.

Mas, ao contrário do que se diz "quem vê capa não vê conteúdo" (inventei agora, se existe, desculpe o plágio), o livro é bem interessante. É a história de um cartunista/humorista/jornalista/escritor (frustrado) chamado Mário Ribeiro com uma imaginação muito, digamos, fértil, que acaba vendo coisas que outras pessoas não veem. No meio de tanta confusão, ele acaba tendo a ideia perfeita: inventa um personagem, mais precisamente um escritor de livro de auto-ajuda, e assim torná-lo famoso, enquanto as pessoas se perguntam quem é mesmo esse Mário.

Como eu já disse, é um livro divertido, de poucas páginas e de fácil leitura. Super recomendável para quem está um pouco enferrujado na arte de ler. 

Editora: Record
Autor: Nelito Fernandes
Ano: 2006
Número de páginas: 112

29 maneiras para ser criativo


Criatividade é uma coisa tão necessária e ao mesmo tempo tão instável. Quando mais precisamos parece que é ali que ela parece dar uma fugidinha e nos abandonar. Para não se tornar uma vítima da senhora indecisa e bipolar Criatividade, deve-se treinar, como qualquer coisa nessa vida. Eu achei tão legal esse vídeo, porque mostra coisas muito fáceis que, com toda certeza, não te trarão a resposta do que tu vai fazer, claro, mas que pode ajudar a deixar o teu cérebro mais claro pra Puf!, ter aquela ideia boa. Fica a dica, também pra mim.

Livros e orquídeas

6 de outubro de 2011
Hoje foi mais um dia de caminhar loucamente por aí com minha irmã sem destino algum. Ok, tínhamos destino sim, que era o Conjunto Comercial, biblioteca pública, papelaria Brasil, qualquer loja que tivesse calça totalmente preta. Esse pelo menos era o plano inicial.

Nosso querido papai (me sinto criança falando "papai", então é legal) nos largou no Centro e... porque eu fui citar isso? Sei lá, não sei como poderia terminar a frase. Enfim.

Tá, chegamos lá, no Centro de Canoas obviamente, e fomos para a biblioteca pública, nosso primeiro destino. Por dois motivos: primeiro, eu tinha multa já de dois dias de um livro que li somente até a página 37 (de 500+ páginas). Segundo motivo é que eu amo ficar olhando os títulos de livros que tem lá, ficar folheando e comentando com a Natalia sobre, ficar muito tempo escolhendo qual livro eu posso levar pra casa (e muito possivelmente acabar não lendo todo).

Nessa história de ficar passando os dedos por cima de títulos e tal, encontramos uma coleção, posso assim dizer, bizarra. Uma coleção que certo que foi escrita por um carinha rico (ou quase isso) que só pensa em alta sociedade. E mulheres. E sexo. E machismo. E putaria. E criatividade para títulos tensos. Aproveitamos o momento e usamos a contra capa como modelo para nossas fotos. Mas depois de muito pensar, e também pensar sobre o porquê de alguém fazer e colocar títulos tão tensos num livro, acabei escolhendo o "Mário, que Mário?". Obviamente escolhi somente pelo título. Mas voltando pra de ônibus fiquei lendo esse livro e vi que é muito idiota. E por isso, bom.

Tá, esse foi o primeiro passo. Depois da biblioteca, Conjunto Comercial. "Mas por que Conjunto Comercial?" Aháá! por causa de um trabalho de fotografia. Tipo, tem que "reproduzir" com fotos uma reportagem que aconteceu recentemente e tal. E mano, eu sou muito burra, tipo, muito mesmo. "Por quê?" Porque eu eu levei a câmera SEM o cartão de memória, o que é praticamente inútil. O "praticamente", e não totalmente inútil, é porque se tem até 5 fotos com a memória interna. O que fiz? tirei 5 fotos, apenas. "Tá, mas o que tu foi fotografar?" Tem uma exposição de orquídeas até o dia 8, aí como vi uma reportagem sobre isso resolvi ir até lá. Legal que é uma reunião (?) de ORQUIDÓFILOS. Essa palavra me deu medo, mas enfim.

Não fomos na papelaria Brasil, esquecemos. E nem em qualquer loja que tivesse calça totalmente preta. Fomos pro Shopping, e comemos pastéis do tamanho da nossa cara. Sério. 

Acho que é isso. Não tenho assunto, então falo do meu dia, que não é lá grandes coisas.

Mas olha, filhotes

4 de outubro de 2011
É... tempo de fertilidade aqui em casa. Calma, nem eu, minha mãe e irmã estamos grávidas, que isso. E claro, nem meu pai. Digo tempo de fertilidade (acho que posso assim dizer) porque estão surgindo filhotes do nada. Sim, bebezinhos fofos. Só que animais, claro.

Há umas duas semanas (não tenho muita noção de tempo, então nesse caso pode ser mais ou menos de duas semanas, vai saber), a gatinha sem nome que habita o pátio dos fundos da minha casa deu filhote. Sim, gatinhos lindos e fofos. Quatro gatinhos lindos e fofos. Desses quatro gatinhos lindos e fofos, dois são amarelos e dois são malhados*. Bom, não ficaremos com os quatro gatinhos lindos e fofos, apenas com dois. Dois deles doaremos ou coisa assim. Mas isso tem que esperar um pouquinho, eles ainda tão alegremente mamando na gatinha sem nome dos fundos da minha casa.

Há dois dias, e isso eu tenho certeza, as calopsitas da minha mãe (Dudu e Lolita) apareceram com ovo. Pelo menos se achava que era apenas ovo. Depois descobrimos que eram ovos. Quatro ovos. Não fiquei tão animada como fiquei com os gatinhos lindos e fofos, mas né, serão filhotes. O pensamento que me alegrou foi que dá pra conseguir um bom dinheiro vendendo uns, sei lá, três ovos do casal de calopsitas. Mas talvez meu ódio por calopsitas (as da minha mãe, em especial) agora passe.


Bom, essa foto eu recém tirei. Minha mãe foi dar comida para a gatinha sem nome que habita os fundos da minha casa, mãe dos gatinhos lindos e fofos, e me chamou correndo para vê-los. E ownt, não é que são lindos e fofos mesmo? São umas coisinhas gordas, que dá vontade de apertar loucamente. Claro, não apertarei (por enquanto). Me falta saber com quais a gente vai ficar e quais serão seus nomes. Acho que uma lista nesse caso cairia muito bem. 

Eu até tiraria uma foto das calopsitas, mas o Dudu (o Sr. Calopsito) me ameaçou de morte, então nesse caso prefiro preservar a minha vida. Algum dia que eles estiverem menos animalescos e fotogênicos e com menos raiva de mim, mostro. Claro, se eu não vender os ovinhos antes, rs.

malhados*: Eu adoro usar essa palavra desde que eu li "O gato malhado e a andorinha Sinhá"

Minhas tardes com Margueritte

2 de outubro de 2011


"Um encontro pouco comum, entre o amor e a ternura, não tinha outra coisa. Tinha nome de flor e vivia entre as palavras. Adjetivos rebuscados, verbos que cresciam como a grama, alguns ficavam. Entrou suavemente desde o córtex até o meu coração.

Nas histórias de amor há mais que amor. Às vezes não há nenhum 'eu te amo', mas se amam.

Um encontro pouco comum. Eu a conheci por acaso no parque. Ela não ocupava muito espaço, era do tamanho de uma pomba com as suas penas. Envolta em palavras, em nomes, como o meu. Ela me deu um livro, e outro, e as páginas se iluminaram. Não morra agora, há tempo, espere. Não é a hora, florzinha. Me dê um pouco mais de você. Me dê um pouco mais de sua vida. Espere.

Nas histórias de amor há mais que amor. Às vezes não há nenhum 'eu te amo', mas se amam."

Recém vi esse filme e amei. Esse é o trecho final.

Atualizando histórico cultural*

Ontem de noite deu a loca em mim e na minha irmã (note que eu sempre acabo falando dela), e resolvemos baixar loucamente tudo o que víamos. Primeira coisa que a resolvemos baixar foi o filme Coraline e o mundo secreto, uma animação mal e porcamente baseada no maravilhoso livro Coraline. Obviamente, meu computador é lento. Então enquanto esperava baixar Coraline, vimos o primeiro e segundo episódio de New Girl, série recém lançada e com a fofa da Zooey Deschanel. 

Ok. No primeiro episódio de New Girl, uma música (e filme) bem enfatizado é Dirty Dancing (... time of my life♪), e ficamos com saudade de ver esse filme. Então baixamos também Dirty Dancing - Ritmo Quente. O filme é antigo e passa quinhentas vezes por ano na querida Sessão da Tarde. Mas é tão bom, e dá vontade de cantar loucamente a música. 

Depois de toda essa linda cantoria e vontade de dançar, vimos Coraline e consequentemente a decepção quanto ao filme. "Por que a decepção?" Porque não foram fiéis com o livro, porque mudaram o final, porque colocaram até personagem a mais que não "deveria" ter. Mas tudo bem, é a vida, nem tudo é perfeito, não é?

Acho que foi isso. Na verdade não sei porque fico escrevendo essas coisas inúteis, sei lá, nem é um assunto com que se possa assuntar, mas enfim. Meu dia foi um tédio, fiquei em casa o dia todo pelo que eu me lembro e é isso.

E preciso parar com essa preguiça de postar, senão vou perdendo a prática de escrever e tal. E isso não é legal.

*tem outro post com esse nome, aí coloquei o mesmo título porque faltou criatividade. Diria um auto-plágio.

All Star preto e Borracha Mestre


Bom, isso (o blog) deveria ser um diário e, de acordo com o sentido exato da palavra, ser atualizado todos os dias, ou coisa assim. Mas né, Marina aqui tem preguiça e também sabe que essa jocinha (diminutivo de "joça", só pra ficar bem claro) não terá nenhum leitor. Quer dizer, até terá um aqui, outro ali, mas... ah, deixa pra lá, só queria dar sentido para o nome desse blog. 

Enfim.

Hoje eu e minha irmã fomos bater perna em Porto Alegre, pra ver se achava tênis (que é o mesmo que dizer ~ All Star ~), e mais qualquer coisa legal que víssemos. Depois que descemos do trem apenas saímos sem rumo à esmo. Toda e qualquer loja que poderia ter calçado a gente entrava. E né, o que aconteceu? Não, não perdemos. Ficamos brincando nos andares das lojas (qualquer que fosse), pra ver até que andar ia, essas coisas que pessoas normais sempre fazem sabe. Depois de um certo tempo as duas criaturas se lembraram do que queriam e fomos (olha só as concordância gente) procurar tênis de fato.

Meu Deus, como tá caro All Star né? (aqui me presto a dar uma risada como se fosse MSN. Ok, escreverei a frase novamente, pra manter a graça). 

(Meu Deus, como tá caro All Star né? IUAHSDIUASHDIUASHDIUHASDIUHASD)

E nem teve graça, não deu muito certo. Enfim. Não que os tênis estivessem caros, tão o mesmo preço de sempre, mas em todo lugar que nós duas íamos só tinha os mesmos modelos também de sempre, e os únicos "diferentes" eram aqueles frufrus de guriazinha, que particularmente não vou nem um pouquinho com a cara. Aí andamos, andamos, nos perguntamos onde estávamos, andamos mais um pouquinho, demos uma volta e percebemos que estávamos sempre voltando ao mesmo ponto, andamos. E então, A LUZ. Vimos uma loja com uma parede INTEIRA só de All Star, coisa mais linda do mundo. Corri para o abraço quando vi o modelo que eu queria, um preto (todo preto) baixinho. Achei lindo, já ia pedir para a moça que tava atendendo ver o número 37 pra eu experimentar (mesmo tendo toda a certeza do mundo que um 37 vai me servir, sem eu experimentar). Mas então aconteceu o inesperado, o inevitável, o assustador (perceba que nenhuma das palavras faz sentido, mas é só para dar uma emoção, tipo filme de terror antigo): eu olhei para baixo. Sim, eu tive essa audácia e ao mesmo tempo burrice. Olhei para as última fileira de tênis e o que eu encontro? Vamos, adivinhe, não é difícil. E o que eu encontro??? Sim, eu vejo um LINDO ALL STAR AMARELO. Tá, essa não é a coisa mais óbvia do mundo. A história é: eu sempre quis ter um All Star amarelo, porque eu sempre achei que fosse diferente, que ninguém tinha, que amarelo era uma cor legal. E isso, obviamente, foi bem antes dessa ~onda~ de tênis todo colorido e tal. O problema é que eu nunca havia achado pra comprar All Star amarelo, apenas via nos pés de uma ou outra pessoa, e bem raramente.

Resumo do caso: me deparar com o tênis que eu estava procurando (o preto, baixinho) e o que eu sempre quis (o amarelo), me fez um nó na cabeça, que resume em "O que eu faço da minha vida?". Pedi ajuda pro Tico, pedi ajuda pro Teco, mas nenhum deles tava funcionando no momento. Pedi ajuda pra Natalia, mas perguntar alguma coisa pra ela era tão produtivo quanto dizer pra parede fazer uma dissertação sobre golfinhos no deserto, porque tava em dúvida como eu. Ficamos nessa "O que eu faço da minha vida?" durante uns minutos, enquanto a atendente, muito paciente, ria da nossa cara. Depois de pensarmos loucamente e chegarmos a conclusão alguma, teríamos que então usar nossa última arma (?). E é nessa parte da história que a Borracha Mestre entra.

O que é a Borracha Mestre: é uma borracha, obviamente, de apagar, também obviamente. Tem em um lado escrito "SIM" e outro "NÃO". Ela é usada para questões de respostas simples como, por exemplo, "sim" e |"não". Demais questões ela fica meio indecisa e não sabe responder muito bem (ou então nós não conseguimos compreender a resposta). A lenda de Mestre surgiu na sala de aula da minha irmã, e até hoje sua fama percorre por aí (entre os mais chegados). O que eu quero dizer é: nós duas nos vimos obrigadas a usar o recurso da borracha, não tínhamos resposta para tal pergunta. Até mesmo porque é uma questão extremamente complicada ter que decidir entre duas coisas que se quer muito. Foi mais ou menos assim o "diálogo" com a Senhora Borracha:
— Devo levar o All Star amarelo?
— Não.
— Então devo levar o preto?
— Sim.
Como a borracha foi coerente, segui os conselhos dela e me senti muito melhor. Comprei aliviada o All Star preto e me senti uma outra pessoa, pensando que posso sempre contar com a senhorita borracha quando eu precisar (sem falar que eu posso levá-la para a aula em algum dia de prova e usá-la livremente sem nenhum professor notar que ela não é uma simples borracha, e sim a Borracha Mestre, com poderes e tal e essas coisas que todo mundo sabe, uma vez que ela aparenta ser apenas uma borracha como qualquer outra).

Não me lembro mais o que aconteceu nesse dia por alguns motivos que considero nesse caso bem importante. Vejamos:
  • Minha memória é péssima;
  • Eu escrevi quase todo esse post dia 28/09, dia que de fato saí com minha irmã;
  • Logo, estou apenas continuando a parte do post que não tinha terminado aquele dia e tive preguiça de postar.
É isso.

 

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