Mas olha, filhotes

4 de outubro de 2011
É... tempo de fertilidade aqui em casa. Calma, nem eu, minha mãe e irmã estamos grávidas, que isso. E claro, nem meu pai. Digo tempo de fertilidade (acho que posso assim dizer) porque estão surgindo filhotes do nada. Sim, bebezinhos fofos. Só que animais, claro.

Há umas duas semanas (não tenho muita noção de tempo, então nesse caso pode ser mais ou menos de duas semanas, vai saber), a gatinha sem nome que habita o pátio dos fundos da minha casa deu filhote. Sim, gatinhos lindos e fofos. Quatro gatinhos lindos e fofos. Desses quatro gatinhos lindos e fofos, dois são amarelos e dois são malhados*. Bom, não ficaremos com os quatro gatinhos lindos e fofos, apenas com dois. Dois deles doaremos ou coisa assim. Mas isso tem que esperar um pouquinho, eles ainda tão alegremente mamando na gatinha sem nome dos fundos da minha casa.

Há dois dias, e isso eu tenho certeza, as calopsitas da minha mãe (Dudu e Lolita) apareceram com ovo. Pelo menos se achava que era apenas ovo. Depois descobrimos que eram ovos. Quatro ovos. Não fiquei tão animada como fiquei com os gatinhos lindos e fofos, mas né, serão filhotes. O pensamento que me alegrou foi que dá pra conseguir um bom dinheiro vendendo uns, sei lá, três ovos do casal de calopsitas. Mas talvez meu ódio por calopsitas (as da minha mãe, em especial) agora passe.


Bom, essa foto eu recém tirei. Minha mãe foi dar comida para a gatinha sem nome que habita os fundos da minha casa, mãe dos gatinhos lindos e fofos, e me chamou correndo para vê-los. E ownt, não é que são lindos e fofos mesmo? São umas coisinhas gordas, que dá vontade de apertar loucamente. Claro, não apertarei (por enquanto). Me falta saber com quais a gente vai ficar e quais serão seus nomes. Acho que uma lista nesse caso cairia muito bem. 

Eu até tiraria uma foto das calopsitas, mas o Dudu (o Sr. Calopsito) me ameaçou de morte, então nesse caso prefiro preservar a minha vida. Algum dia que eles estiverem menos animalescos e fotogênicos e com menos raiva de mim, mostro. Claro, se eu não vender os ovinhos antes, rs.

malhados*: Eu adoro usar essa palavra desde que eu li "O gato malhado e a andorinha Sinhá"
  1. Lindos,os douradinhos eram igual ao meu quando filhote.
    Já estou seguindo O blog!!!

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  2. Marina ,vim agradecer tua visita e o carinho lá no blog.
    Seu texto é muito divertido,gosto desse jeito espontâneo de dizer.Beijo no teu coração e apareça mais vezes.

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  3. Someone who would dare look after four kittens would have their hands full.:)

    Dr. Russ Murray:)

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