Júpiter para seus ouvidos

23 de dezembro de 2011
Eu sempre fico pensando no que posso vir escrever aqui (e penso em muita coisa na verdade), mas chego e sento aqui e faço qualquer outra coisa que não seja escrever. Hoje é mais um dia desses. Preguicinha sempre ao meu lado, firme e forte.

Então vou postar algo que gosto. Júpiter Maçã. A intenção não é escrever biografia e nem falar da discografia e sua importância e tal (até mesmo porque eu não saberia te dizer isso), por isso fique à vontade com a senhora Wikipedia. Aqui embaixo selecionei as que mais gosto (e que não são incrivelmente tensas), e deixei com o player menor, pra não demorar taaanto assim para carregar e ficar tudo travando.




Não dá para ver direitinho os títulos, então digo na ordem (da esquerda pra direita, q): Modern Kid, A marchinha psicótica de Dr. Soup, Mademoiselle Marchand, Miss Lexotan. Ouça (:

(esse não foi o post mais animante do mundo, mas é porque eu não to lá aquelas coisas de animada também. Beijos na testa de quem ler)

Acho que são andorinhas

17 de dezembro de 2011
Outro dia, no final desse post, eu comentei que tinha morcegos na minha churrasqueira. Mas, tcharam!, não são morcegos. Eu (e meu pai) pensava que fossem morcegos os novos habitantes porque:

  • Fizeram ninho num lugar totalmente escuro;
  • Vimos um vulto preto lá dentro da churrasqueira, então é ÓBVIO que são morcegos, claro.

Mas, porém, contudo, todavia, eles não são. Descobrimos isso porque tivemos que tirar o ninhozinho muito bem feito deles para fazer churrasco pro aniversário da minha irmã. Tirando o ninho acabamos vendo as criaturinhas. De primeira ainda achávamos que eram morcegos, afinal, eram bichinhos pretos. Mas depois começamos a analisar os detalhes. E percebemos que se fosse morcego, seria um mutante. Porque:

  • Eles têm penas, morcegos têm pelugem ou algo assim (né, são mamíferos);
  • Não têm garras no final das asas, só asas comuns (?);
  • Tem bico, não boca (?);

A partir disso concluímos que fossem pássaros normais, não morcegos. Segunda discussão: que pássaros são esses então? Também não fazíamos a menor ideia, e eu fazia menos ideia ainda, porque não conheço espécie de ave nenhuma nem sei reconhece-las (exceto calopsitas, porque tenho duas em casa). Pensamos em filhote de urubu (sério). Mas aí me lembrei que vi uma vez na TV que filhotes de urubu tem a penugem branca, então não poderia ser. E a partir daí era sentar e esperar o que poderia ser.

Até que meu pai teve a brilhante ideia de pensar: Será que não são andorinhas? Pesquisei em ~le Google e vi imagens de filhotinhos iguais aos nossos. Se são realmente filhotes de andorinha, eu não sei. Mas eu to com vontade de cuidar desses passarinhos, awn. Vejam como são: 


Bom, não dá para ver melhor porque eles tavam muito no escurinho e a iluminação não ajudava (sem falar da câmera que não é lá aquelas coisas). Eu até fiz vídeo deles cantando gritando, mas ficou pior MUITO escuro, aí não é tão legal de ver, né). Enfim, bichinhos-ainda-indefinidos, se quiserem fiquem, vai ter bolo.

Hey pessoas!

15 de dezembro de 2011
Que esse blog tem postagens de vez em quando todos sabem e também não é de hoje. Maaas, dessa vez a falta de postagens tem um motivo: tá meio que me faltando tempo. SIM, acreditem. E quem fala é a mesma guria que há um tempo atrás não fazia absolutamente nada. To trabalhando, e nessas duas/três últimas semanas tinha prova e essas coisas de colégio (ops, faculdade). Ok, não estou TÃO escrava assim, digo, não ter tempo pra nada. O que acontece é que é minha irmã começou a fazer um curso *que eu gostaria de estar fazendo também (desenho de moda)*, e quando chega em casa à tardinha toma o computador só para ela u_u. Então além de faculdade e trabalho, minha irmã também é um motivo para tal afastamento. Aí com isso tá (tava) um pouquinho difícil de visitar le blogs e comentar (desculpa aí parceria).

Mas, para alegria de toda a humanidade, eu entrei de férias *-* (das aulas). Comemorem, pulem, eu sei que vocês estão felizes por mim *joga o cabelo*. Poderei me dedicar um pouquinho mais ao blog \o. Até breve galerinha.

Conheçam meus amores

9 de dezembro de 2011
Eu acho que já apresentei os meus bebês antes, mas não tem problema apresentar eles de novo não. São as coisinhas mais lindas desse mundo que me fazem sorrir toda manhã, sem me deixar de mau humor. Não posso falar muito senão vou babar no teclado. Vejam <3


Olha olha olha! Olha só que lindos meus amores *-*. O menininho que tem pseudo-chifres é o Pinky (de Pinky e o Cérebro, por parecerem dois ratinhos de laboratório, awn) — e é o meu. O outro é o Slartibartfast (quem leu O Guia sabe quem é) e é o da minha irmã. Modéstia à parte, o meu é melhor e mais inteligente e mais bonito. Mas o bebê da minha irmã ainda é gato, então é perfeito de qualquer jeito. 

Faz mais ou menos um mês que fiz esse vídeo, não fazia muito tempo que eu tinha ganho eles. Agora essas duas criaturinhas já tão bem maiorzinhas, mas ainda com carinha de neném. Sabe né, comida toda hora deixa qualquer criança bem grandinha (essa, meus amigos, é a intenção).

BIZARRICE MASTER: sabe o que de estranho aconteceu essa semana? descobri que tem morcegos aqui em casa, dentro da churrasqueira, com ninho, filhotinho e tudo. Pra cês verem como a gente faz churrasco loucamente aqui em casa. Se não incomodarem, vou continuar chorando pro meu pai pra não fazer nada e deixar a família Vamp feliz no seu Lar Doce Lar. Já que eu não pude ter dois leões quando pequena, um morcego seria legal*.

***Talvez eu esteja de brincs, eu não sei como morcegos se comportam, rs.

Olá, fim de ano

8 de dezembro de 2011

O finzinho do ano já tá aí. Como tudo passa rápido, não é? E parece que a cada ano o fim se aproxima cada vez mais rápido. 

Quando eu era pequena não era assim. 

Se bem que criança não tem muita noção de tempo. Eu pelo menos não tinha a menor noção. Eu me lembro que, devia ter uns sete anos, nem sei, estava atravessando a rua da frente da minha casa, voltando da escola. Então eu quis falar sobre a semana passada. Só que, ou eu não sabia o que era semana passada, ou não gostava mesmo do termo, porque eu sempre acabava falando ano que vem. Acho que porque soava mais bonito. Agora pra eu falar ano que vem parece um tanto pavoroso, as coisas deixaram de ser previsíveis como quando eu era menor.

Ou também eu perguntava para meus pais que dia era e ia na vizinha perguntar que dia era na casa dela, e ficava totalmente espantada porque os dias eram os mesmos. Eu devia ter problemas, acho.

Do que eu falava mesmo? Ah, sim. Fim de ano vem rápido. Mas eu não queria que fosse assim. Não queria porque, além de estar ficando mais velha, quanto mais o tempo passa mais longe fico dos meus amigos. Se algum de vocês está lendo, porque a gente não se vê? Sabe, eu sinto saudades, mesmo. E saudade aperta um pouquinho mais quando percebo que, mesmo sendo férias e podendo ter um pouquinho de tempo livre, o que mais fazemos é ter a preguiça e ficar sentado em casa, cada um em seu mundinho.

Ok. Isso é um desabafo. Mas é que pessoas importantes sempre fazem falta, não é verdade?

Conversa fora

5 de dezembro de 2011
Quando eu começo a escrever alguma coisa, mas geralmente os posts, eu não faço a mínima ideia do que posso escrever. Tá, as vezes até penso em algo meio prontinho, alguma coisa que já organizei na minha cabeça previamente para depois por no papel na tela. Mas, dessas vezes que eu planejo o que vou escrever, a única certeza que tenho é que não sairá nada do que pensei.

Nesse caso (nesse post, enfim), não planejei nada. Apenas comecei escrevendo dizendo que praticamente nunca não sei o que escrever, o que agora é muita verdade. Eu só escrevo para manter o hábito, não que seja uma obrigação comigo mesma ou com o blog. To nem aí pra essas coisas na verdade.

Bom, se isso é um post, que então eu escreva algo útil. Posso agradecer então. Então, meninas que fizeram parceria comigo, um muito obrigadão. Fiquei feliz com isso, espero que cada uma se ajude e coisa e tal (e tal e coisa ♪). Quando eu fiz isso daqui pensei em ser um blog meio ilhado, escrever para ninguém ler e tal (eu já usei "e tal", mas não me culpem). Esse deve ser um dos grandes motivos do nome "texto sem leitor". Ok, ok. Também devo dizer que o nome se deve a ter uma boa sonoridade, aí gostei e coloquei. Mas o primeiro motivo é mais forte que o segundo. Um outro agradecimento é à Nathi, que sei lá porque me fez voltar com o blog e que tem uma história linda com o amor dela a ser contada por aqui.

Não tenho muito o que falar, estou um pouco desanimada sem motivo nenhum. To na última (ou penúltima? nem lembro) semana de aula e não vejo a hora que acabe. Estou tentando planejar algumas coisas para passar o tempo nas férias, então se alguém tiver alguma dica (que não seja cara) eu fico bem feliz em recebê-la \o. Acho que é isso.

Isso é uma conversa, pois bem. Digo boa noite para quem ler. 

À luz de velas

1 de dezembro de 2011

Ontem eu dormi à luz de velas. Seria romântico se não fosse trágico. Não, nem se não fosse trágico seria romântico. Para ser romântico eu teria que no mínimo ter um par, coisa que infelizmente a vida está me adiando  e deixando para um futuro muito indeterminado. Mas enfim, dormi à luz de velas porque alguma coisa foi trágica, certo? Até aí acho que dá para perceber que faltou luz.

Pois então, faltou luz. Mas por que faltou a bendita luz? Darei uma resposta um tanto bíblica: foi o Apocalipse (não-zumbi), foi o Semi-Fim Dos Tempos, ou algo parecido. Para ser mais clara (coisa que geralmente não sou). O que aconteceu foi um temporal apocalíptico que começou do nada e destruiu tudo, e derrubou monte de árvores, e fez todo mundo achar que 2012 tinha chegado um pouco mais cedo, e que aqueles filmes de sessão da tarde estariam agora acontecendo com a gente que tava ali. Eu realmente senti medo, e olha que eu nem sinto medo com essas coisas. Eu poderia narrar agora o que aconteceu, mas ah, muita preguiça. Posso falar as consequências.

Consequência #1: como isso aconteceu às duas horas da tarde e, sendo um temporal, fez com que faltasse luz, não trabalhei a tarde toda, porque não tinha telefone para atender, não tinha computador para mexer, impressora para imprimir, luz para acender... essas coisas. Eu e a outra funcionária ficamos lindamente olhando para a parede e olhando os estragos que ocorreram.

Consequência #2: eu tinha me planejado para que, quando voltasse do trabalho, eu fosse correndo fazer o texto científico que eu teria que fazer para essa quinta. Adivinha só o que acontece: chego em casa e não tem luz. Tudo bem né. Vou para a faculdade e volto. E ainda não tem luz.

Consequência #3: de tarde, logo depois que saí do trabalho após a tragédia que não foi tanta tragédia para mim mas que me assustou um tanto, eu havia me planejado para fazer o trabalho quando eu voltasse da aula, já que não tinha conseguido fazer à tarde. Mas chego em casa e nada de luz. A menina inteligente aqui pensou em ver filme, mas depois se lembrou que tava sem luz. Então pensei em ver algum episódio do Guia, mas me lembrei que não poderia ligar o computador porque estava sem luz. Pensei em colocar meu celular carregar, que estava com a bateria pela metade, mas olha só, nem tinha luz.

Consequência #3: já não tendo absolutamente nada para fazer, me restou ler. Sim, eu estava no escuro, mas eu Puf!, acendi uma vela. E fiz meu café com leite, peguei meu livro (Praticamente Inofensiva, Douglas Adams), coloquei o pijama e me ajeitei na cama. Ficou um pouco ruim e cansativo ler com a vela, ela ficava tremulando e me deixando mais sonolenta ainda, mas mesmo assim aguentei o máximo que pude e li. Umas três páginas e capotei de sono.

Se o temporal causou outras consequências (melhor dizendo, danos), bom, não foram comigo. E quanto à foto, eu já tava morrendo de sono nessa hora, nem sabia mais onde liga/desliga ou tira a foto. 
 

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