Home is wherever i'm with you

23 de fevereiro de 2014
Volta e meia bate uma vontade de pegar papel e caneta e desenhar. Na maioria das vezes que isso me ocorre, a folha em branco me oprime tanto, mas tanto, com aquela carinha de "e aí, sabe mesmo o que fazer?", que devolvo os materiais para o lugarzinho onde estavam e finjo que nada aconteceu. Afinal, não sei desenhar. Afinal, quem faz Artes é a minha irmã.


Fazia tempo que não fazia um traço sequer, mas ontem resolvi colocar canetinha pra trabalhar e no fim saiu um trecho de uma música com várias tipografias. Pra quem vê toda a hora gente que ilustra e desenha fazendo trabalhos tipográficos, o que fiz é beeem amadorzão. Mas levando em consideração que nunca tinha feito nada a respeito, até que curti, haha.

Retirei a frase da música Home, da banda Edward Sharpe And The Magnetic Zeros. A música é um amor e vale a pena conferir! Sempre que ouço ela imagino eu e meu namorado correndo de mãos dadas com umas flores na cabeça bem ripongas e eu adoro essa visão.

p.s.: a forma redonda em volta do /is/ eu fiz com uma bolacha Maria, hehe.

Semestre-problema

15 de fevereiro de 2014
Para quem me vê correndo toda torta e errada até o ônibus, naquele ímpeto de não poder perder a condução porque o chá de banco será inevitável caso não alcance, talvez não seja tão fácil mentalizar uma Marina ativa e (oh!) esportiva. Por um bom tempo da minha adolescência (como tudo passa rápido, meu Deus) fiz aulinhas de vôlei, que me serviam como um meio de descarregar através do saque todo o ódio do mundo que só alguém de 13 anos pode sentir (professores chatos, colegas chatos, espinhas etc). Eu não era das melhores, mas tentava bastante e tinha fôlego para jogar um tarde toda e ficar de boa. Hoje morro numa corridinha esporádica de 100 metros.

***

Eu tô ficando com medinho desse semestre e próximo. Ainda não estou completamente em pânico porque os trabalhos e atividades de fato ainda não começaram. Primeira semana de aula é sempre aquele lenga-lenga (e grazadeus que é assim) de apresentações de matéria e qual a forma de tortura que o professor vai aplicar. Ai. Vai ser nesse semestre que vou começar aquilo que no final do ano será meu TCC. COMO ISSO PARECIA ESTAR TÃO INFINITAMENTE LONGE QUANDO ENTREI NA FACULDADE!!! Se alguém se dispor a me providenciar um apoio moral ou ombro amigo, chama aí.

E, para enfrentar esse ano-acadêmico-não-tão-maravilhoso, comprei um caderno fofinho do Pooh com figurinhas :D. Nada melhor que uma distraçãozinha colorida. Do primeiro semestre até o final do ano passado, usei sempre os mesmos cinco cadernos grandes, cada um equivalendo a um dia da semana. Adorei no início, mas depois de um tempo me desorganizei e FUÉN, tinha anotação de matéria de segunda-feira em caderno destinado à sexta. Para esse ano ou semestre ou por enquanto pelo menos resolvi anotar tudo o que for preciso num caderno só, colocando a data certinha com a respectiva matéria. Tô torcendo para que isso dê certo.

Outras distraçõezinhas válidas são livros nada a ver com a proposta-tragédia do semestre. Passei na biblioteca entre aquele período que chego na faculdade e o início da aula atrasadinha como costume e visitei a ala de literatura brasileira. Entre estantes quase cheias de só títulos antigos demais ou os necessários para o vestibular, achei três com uma carinha mais nova. O primeiro que catei foi Sete Minutos no Paraíso, beeeem infanto-juvenil (mais infanto que juvenil, ao que me parece). Peguei também Nada a Dizer, que é visualmente bonito e parece ser mais adultinho. Outro que coloquei no sacolão foi Abusado, um livro-reportagem do Caco Barcellos.


Se vou ou não conseguir ler tudo isso e saber conciliar com as leiturinhas densas das matérias, eu não sei. Mas vou tentar, até mesmo porque umas das resoluções atrasadíssimas para esse ano é eu ser mais organizada com minhas coisas e responsável com datas e horários. Novamente estou torcendo para que isso dê certo.

Álbum de férias

12 de fevereiro de 2014




1) Morzão agarradinho em mim ♥ | RuPaul no Netlix ♥ | Coxinha ♥ | Shopping ♥
2) Primeiro ano novo com meu namorado pertinho ♥ (ele é de SP), na casa do meu tio
3) Zoológico de Sapucaia do Sul ♥ | gatinhos gigantes ♥
4) Praia de Mariluz com a família ♥
imagens: poladroid; tumblr; arquivo pessoal

O universo não conspira a meu favor

10 de fevereiro de 2014
Cheguei num ponto em que posso dizer que sou sortuda ao contrário, se é que isso faz sentido. Não preciso nem pensar em "sempre tem como piorar, hehe", com um sorriso amarelo no rosto, que piora quase de imediato. Tenho lá meus palpites de que seja coisa do Murphy que a Mia sempre fala, porque não pode tanto azar junto, meu Deus.


Do nada minha internet tinha sumido do notebook. "Como assim? Nem caiu e tá lá o sinal bonitinho!", pensei eu, curiosa com o fato. Mexi nos fios, vira-e-mexe, troca isso, troca aquilo e volto à estaca zero: não tinha entendido lhufas do que havia acontecido. Mais tarde papai vem me dizer que o negocinho que espalha internets *alegria* pela casa havia morridinho. Ai que dó. O povo aqui de casa, que possui 01 (um) notebook e 01 (uma) carroça — leia computador de mesa antiiiigo, porém nem tanto, porém uma carroça — teve que então se virar com a internetinha vindo somente a cabo e nada mais. A prejudicada-mor obviamente fui eu.

Foi ok ficar sem internet (mentira, nem foi tão ok assim) por uns tempinhos porque tinha filme de sobra para ser visto no meu notebook e assim ostentar no meu Filmow. Mas poxa, pra ver mais filme tem que baixar mais, né??? Pois aí comecei a dividir a internet com a minha irmã (proprietária da carroça citada acima). Brigas pelo cabo à parte, até que estávamos nos virando...

... Até eu derramar água no teclado do notebook. Assim, simplesmente virou.

Tá quente mais que o suportável esses últimos dias. Eu, que tinha preguiça de tomar água normalmente, não to aguentando ficar mais de dois minutos longe de um copo de água. Sendo assim, tinha sempre um bem cheinho do meu lado onde estivesse. E bem, to sempre perto do computador. Já dá pra notar que algo não vai dar certo, né? Na hora eu não notei. Tava apressadíssima fazendo algo não importante que passei voando com a mão por cima do copo que OPA bateu um dedinho aí e OPA OPA OPA TÁ MOLHANDO MEU TECLADO!!!

Desliguei o sobrevivente na hora por instinto (são instintos modernos *cof*) e fui correndo buscar o secador de cabelo. Se funcionaria não sei, mas devo a isso uma explicação incerta dizendo que é só instinto mesmo (muitos dos instintos podem ser só burrice mesmo). E não é que pra melhor o festerê o secador nem tava em casa? Mamãe tinha levado pra praia, e eu aqui em casa chorando por um ventinho que levasse a água do teclado embora. Ainda bem que tenho um namorado que entende dessas coisas mil vezes mais que eu. O Bruno me deu uma assistência técnica por telefone que acredito eu que tenha salvo as teclinhas.

Horas depois liguei o notebook. Abri o bloco de notas e digitei "marina", saiu algo tipo "aoisudhfoaiuhsdf". Ok, desligo, espero mais umas horas. Abro o bloco de notas de novo, digito a mesma coisa, mas dessa vez sai certinho. Nesse ponto já podia dizer EBA! Venci na vida \o/ até que...

... Eu chutei o carregador do notebook, o que puxou o fio e então DESTRUIU o adaptador da tomada.

Como eu fiz isso? Faço a menor ideia. Só sei que o adaptador que eu precisava usar sempre para o carregador (e era o único do tipo aqui em casa) se desfez em pedaços e VOOU pelo cômodo. Não consegui montar de novo, o que significa que: sem computador.

Sem internet: check!; sem teclado: check!; sem notebook: check!.

Que que eu fiz de errado?
Imagem: someecards
 

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