Notinhas dos últimos dias

27 de março de 2014

  • Meu namorado vem amanhã. AMANHÃ. Ele daqui a pouco sai da aula lá em SP, vai pro aeroporto e espera o voo beeeem cedinho. Aposto que vai fazer todo esse processo nanando e nem vai saber quem é (awn fofo lindo maravilhoso). Aí quando acorda TCHARAN!!!!!!!!, já tá aqui no RS, essa terrinha cheia de risos e bem feliz;
  • Ontem minha irmã comentou que eu tenho cara de Design e que eu deveria fazer isso. Acrescentou também que não faz a menor ideia porque eu faço Jornalismo. Isso de alguma forma me deixou felizona porque no fundo design-de-alguma-coisa era o que eu queria ter feito. Quando me inscrevi para conseguir uma bolsa no ProUni coloquei as opções de curso Design e Jornalismo. Consegui para Jornalismo, que era também o que eu queria, mas que agora, quase acabando a graduação, vejo que nada tem a ver comigo;
  • Também ontem fiz um texto super na corrida e professor adorou, pelo menos eu acho que curtiu. Adoro quando faço algo do nada e rapidão, jurando que tá ficando super tosco mas que no final agrada. Pena que não é sempre que acontece essas delícias da vida;
  • Comecei a ouvir Lana del Rey, mesmo depois de tanto ter reclamado das músicas sem nem ouvir e criticado sem motivo algum quem a ouvia. E o pior: eu to gostando!!!!!
  • Minha unha acaba de quebrar. Faz mais de mês (se já não for meses) que não ajeito as coitadas. A preguiça é tanta que daqui a pouco a unha some e dá lugar a sua nova substituta: isso mesmo, a super-duper-mega-cutícula (ok, não é pra tanto).
Não tem mais nada para relatar. Por enquanto :D Pressinto que esse fim de semana será repleto de coxinhas e chocolate e novos episódios de RuPaul ao lado do meu amorzão. A foto é do livro do Humberto Gessinger, Pra Ser Sincero. Agora 'bora arrumar o quarto e nanar para conseguir levantar de manhã.

Lana Del Rey sem birras

24 de março de 2014
Imagem: Fanpop

As vezes me precipito e OPA! dou aquela julgadinha sem conhecer antes. Mas quem nunca, né? Isso é algo tão automático que nem sempre se percebe que desse jeito podemos deixar passar muitas coisas legais só por já ter uma imagem formada na nossa cabeça. O contrário também pode acontecer: pensar que algo é legal, mas quando ver de pertinho não é tudo aquilo. Exemplo? Adoro algumas músicas do Arctic Monkeys; a trilha sonora de Submarine (toda cantadinha pelo vocalista da banda) mora no meu coração. Isso me fazia pensar que eu poderia super curtir a banda... até baixar a discografia e todos os cd's me darem sono (ops! - mas continuo gostando das músicas separadamente).

Com a Lana Del Rey aconteceu o mesmo, mas ao contrário. Por um bom tempo eu ouvia falar por tudo quanto é canto sobre essa moça, mas nunca movia um dedo para procurar saber sobre. Até que em um daqueles dias reservados para pesquisar tudo que todo mundo está falando no momento, mas que não faço a menor ideia do que se trata, joguei o nome da Lana no YouTube e cliquei no primeiro vídeo que apareceu. Nem lembro qual, mas sei que odiei de cara, sem nem chegar ao término da música e dar chance a outra. Nesse momento se instaurou a minha birrinha com ela no meu coração.

E eu continuaria assim, ficando surdinha para as músicas dela. Mas então eu vi O Grande Gatsby, com a música Young and Beautiful na trilha sonora do filme encaixada tão perfeitamente nas cenas e com a história que, poxa, dá pra dar uma chance pra moça e ouvir com mais atenção.



Baixei então o álbum Born to Die da moça e to gostando. Ouvi Summertime Sadness e curti, mas essa versão remixada achei melhorzinha, hehe. Na original ela canta quase parando, e embora tenha curtido esse jeito ~sussurrado~, a versão que coloquei aqui tem uma batidinha mais legal pra dançar sozinha enquanto lavo a louça do meio dia (pressinto facepalm do meu namorado, hehe ). 

Melhor começar a rever as coisas que não curti sem muito motivo. Vai que eu mude o que eu penso sobre, não é (mas para abóbora cozida isso não tá valendo não!). Alguém aí já teve birra com alguma coisa e depois mudou de ideia?

Aquele apego que todo mundo tem

14 de março de 2014
O gatinho da minha irmã vive se apegando às coisas. Tem semana que ele não larga da cadeira da cozinha, aquela que corresponde a mamãe. Tem dia que não sai de cima da mesinha do computador, e permanece lá dormindo por horas e horas, e turnos, e dias (quem quiser utilizar o computador de mesa que se vire). Tem vezes que suportes materiais não importam mais e tudo que ele quer - e teima em querer - é um bom colo, de preferência eterno e com direito a carinho na barriguinha. Ou seja, tem coisinhas que o gatinho escolhe que o deixam seguro, nem que seja durante um dia somente. Aquela sensação de pertencimento, sabe?

Eu sei, pelo menos. Sinto isso quando estou em algum lugar que não gostaria, numa situação incômoda. Tudo que penso é como seria melhor estar na minha casinha, com meus gatinhos, fazendo qualquer coisa que não seja estar lá. Outro pensamento de "lugar de apego" é o abraço do meu namorado, que mora lá longe e é difícil de conseguir. Esse é o pertencimento que mais dá apertinho no peito, porque é aquela coisa de querer e não poder (mas eu sei que te tenho comigo seja onde for, amor ♥).

Nesses últimos dias o algo que o Bebê (nome do gatinho) escolheu é uma mala. Dessas simplesinhas, de viagem curta. Ele dorme a manhã em cima da mala, sai pra comer um pouco mas logo volta. Virou um cantinho precioso temporário dele. Essa mala agora tá no sofá, como um dos vários artigos de bagunça da sala, mas a gente aqui em casa nem faz questão de arrumar aquele cantinho, só pra deixar o lugarzinho pro gato. O cantinho é dele então deixa ele lá. ♥ Tive um gatinho tempão atrás que, sempre que estava emburrado com alguma coisa, entrava no banheiro e ficava lá até se cansar e dormir, haha.


Acho que todo mundo tem um pouco de Bebê, no sentido de que é carente de alguma forma, e todo mundo tem sua malinha, aquele lugar, coisa, pessoa, ou seja o que for que dê segurança. E isso é importante, esse apego é importante (desde que não seja doentio, hehe). Acho que são esses apeguinhos diários que vão definindo o que somos. Até mesmo porque, qual a graça de ser completamente desapegado de tudo, não é?

Carta dos primeiros 365 dias

6 de março de 2014

O passado no presente

2 de março de 2014
Imagens: Dear Photograph

Já ouviram falar do projeto, que rola nas internetes, Dear Photograph? Funciona assim: você pega uma foto antiga e a fotografa no lugar que foi feita! Bem simples. O idealizador, Taylor Jones, já fez até livro reunindo fotos realizadas dessa forma. No tumblr dearphotograph.com há as fotos enviadas por pessoas de cada parte do mundo e qualquer um pode mandar a sua.

O legal disso é a maneira que se pode juntar passado e presente e comparar o cenário, as roupas, e ver a maneira como tudo mudou (ou não). Também é interessante para relembrar, e de certa forma fazer reviver, as emoções sentidas no momento do click da câmera.

Inspirada nisso, remexi os vários álbuns de fotos aqui em casa e fui com meus pais para o parque que sempre íamos aos domingos quando era pequena. Falei da ideia de tirar-foto-da-foto-onde-foi-tirada-a-foto (quanto "f"!) e meu pai ficou mais empolgado que eu, haha. Foi difícil fazer encaixar foto e paisagem porque o parque é grandinho, então não sabíamos direito nem onde tinha sido tirada. Mas ok, a gente tentou arduamente.



Na primeira foto tem eu loirinha e minha irmã mais nova, no campo que na primavera fica todo floridinho. Na segunda foto tem eu e mamãe abraçadinhas. Não ficaram tão boas porque minha câmera é ruinzona e eu geralmente tremo horrores na hora. Era para ter remontado outras fotos, mas como o lugar era pouco mais longinho e o sol estava forte decidi deixar para outro dia, talvez outro domingo ensolarado ♥.
 

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