Olá, outono

21 de março de 2016




Yay, começou o outono. Maravilha. Acho que é a melhor estação do ano, seguido da primavera. Quando era criança o que eu mais amava no mundo era o verão, porque eu poderia me sujar, correr, subir nas árvores, tomar banho de mangueira no pátio... mas cresci e fiquei uma velha e chata que não faz mais nada disso, então essas pequenas alegrias de outros tempos não fazem mais sentido, e tudo que eu faço quando começa o mormaço é reclamar.

Enfim. Eu falava das maravilhas do outono. Geralmente nessa estação há vários daqueles dias perfeitos — e isso eu falo da perspectiva do Rio Grande do Sul, não sei como é em outros lugares — em que não é frio nem quente, só tem um ventinho gostoso e um céu nublado. Perfeito para andar de mãos dadas ou vazias por aí. Tanto faz, nessa temperatura amena a vida é boa.

Também é a estação que os casacos começam a sair dos armários, as botas precisam ser lavadas porque os dias de chuva e frio chegam de mansinho, passa-se a comprar café em vez de sorvete. A folhagem cai, os plátanos dominam o chão e podem ser cenário de qualquer foto bonita.

Outono é tão maravilhoso que faz até a cor marrom parecer uma cor legal.

(Ah, as fotos são de maio-2015, achei perdidas no meu Flickr abandonado. E mais uma coisinha: tem Bloglovin? Segue o blog por lá! Melhor lugar para acompanhar os feeds dos blogs, na minha opinião. Se tiver, deixa o link nos comentários!)

4 filmes #1

18 de março de 2016


O Profissional (Léon, Luc Besson, 1994)
Léon (Jean Reno) é um assassino profissional que mora sozinho num condomínio decadente. Mathilda (Natalie Portman), vizinha de Léon, tem uma família perturbada. Certo dia, quando um grupo vem acertar as contas com o pai, Mathilda se vê sozinha no mundo e só tem o vizinho para pedir socorro. Enquanto o assassino ensina a menina a matar, ela mostra o mundo das palavras a ele.

Psicose (Psycho, Alfred Hitchcock, 1960)
Nesse clássico do suspense, baseado no livro homônimo de Robert Bloch, Marion Crane (Janet Leigh) tem sua vida monótona alterada ao roubar uma grande quantia de dinheiro de seu patrão. Durante a fuga, uma tempestade faz com que Marion pare em um motel de beira de estrada. Norman Bates (Anthony Perkins), o dono que cuida desse motel, é um sujeito estranho que precisa explicar aos detetives como Marion desapareceu.

Kill Bill: Volume 1 (Kill Bill Vol. 1, Quentin Tarantino, 2003)
No dia do ensaio de seu casamento, a noiva (Uma Thurman), uma assassina grávida que está tentando mudar de vida, é espancada quase até a morte e leva um tiro na cabeça por Bill (David Carradine) o chefe do grupo e pai da bebê da noiva. Depois de anos em coma, "a noiva" acorda com a necessidade de se vingar de todos os membros do grupo que quase a matou. Há muito sangue, exagero, e fotografia maravilhosa. Trívia: até então eu sempre pensei que "Kill Bill" fosse um nome composto, em vez de "mate Bill", na tradução.

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish, Tim Burton, 2003)
Edward Bloom (Albert Finney) é um contador de histórias que adora contar sobre as aventuras de sua vida. Todo mundo se reúne a sua volta e ri, mas para seu filho Will (Billy Crudup) tudo não passa de fantasia e acreditar não conhecer o pai de verdade. Quase no fim da vida, pai e filho precisam colocar as diferenças de lado para enxergar e enxergar o que tem de verdadeiro em toda a fantasia. Filme lindo e colorido, que me fez chorar um lago inteiro. <3
  • Por algum tempo falei aqui sobre os filmes que vi durante o mês, mas como tem meses que assisto nada assim como tem meses que assisto mais de 10, preferi adotar esse formato. Na página do blog posto os filmes assim que assisto. Se tiver Filmow, vamos ser amiguinhos por lá!

Jardim de fevereiro

15 de março de 2016




Plantas são tão fotogênicas, né? Cada vez tenho mais amor por elas e também cada vez penso mais em ter uma casa florida e verde, cheia de vida. Não sei nada de nada sobre como cuidar delas, essas das fotos são as que ficam no pátio de casa e meio que sabem se virar sozinhas. Como é que se aprende a lidar com plantas? Será que é tipo filho, que se entende como lidar só depois que se tem?

O comedor de plásticos

14 de março de 2016

Esse gato está cada vez mais parecendo uma daquelas crianças estranhas de filme de terror ou suspense, mas a gente no papel de pai e mãe precisa fingir que a criatura é normal. Hehe. Tadinho. Ele fica parado num canto da casa por um bom tempo, mia pro além no escuro, e agora deu de criar essa paixão louca & alucinante por plásticos.


 Sim, PLÁSTICOS. É só abrir uma embalagem de qualquer coisa que ele para o que estiver fazendo (geralmente apenas fica deitado num canto da casa repousando a pança enorme de gigante) e corre pra ver que que é. Mas note uma coisa: ele não come comida-comida, só ração, logo não se interessa por nada do conteúdo, só a embalagem. E rói, rói, rói, e nesse momento precisamos sempre interferir pra que ele não se engasgue. Crianças, tsc tsc tsc.
 

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