A breguice do amor em Gramado

4 de agosto de 2016






Uma semana depois do dia dos namorados eu e meu namorado fomos para Gramado porque sim. Estava frio, a previsão do clima estava boa e a passagem relativamente barata. Sim, passagem, porque a gente foi de ônibus as seis e meia da manhã para voltar de tardinha. Não temos carro nem dinheiro para hospedagem e várias refeições. E refeições lá são um absurdo, tanto de bonita quanto de custo. Se é gostosa acho que jamais saberei, porque me recuso a pagar 80 reais num almoço. Como já sabíamos de antemão da riqueza das comidas, levamos comida de casa porque pobre é assim mesmo, né. Sorte nossa que, de taaanto caminhar por lá, achamos bem escondido um buffet livre, com comida caseira e tudo, por nem vinte reais. Poucas vezes minha barriga ficou tão feliz.

No título eu disse o amor é brega em Gramado. Deve ser entediante demais ser solteiro por lá, porque a quantidade de casais por metro quadrado é absurda. A cidade é milimetricamente feita para ser destino de lua de mel, aniversário de casamento, presente de dia dos namorados. O que eu gostei mesmo é que os carros, por alguma magia exercida pelo lugar perfeitinho, respeitam completamente os pedestres. Eu poderia atravessar quantas ruas quisesse de olhos fechados que não seria atropelada. Os chocolates também são maravilhosos, as ruas não tem uma sujeirinha que seja. (Ainda na temática brega: todas as atrações são bregas demais) (museu de cera, really?).

É bom levar um cachecol bem quentinho. O que eu levei não era tão quentinho assim então no dia seguinte a dor de garganta não foi maravilhosa.
 

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